terça-feira, 12 de abril de 2016

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Poeminha

Com amor, com flor, com sonhos,
guarda, amor, meu coração tristonho,
porque está vindo a primavera,
e o meu mundo será só seu...

terça-feira, 29 de março de 2016

Brincar de viver

Não há nenhuma chance,
quando o Sol se expõe.
Não há possibilidade
de mudar o rumo.

Quando amanhece o dia
segue seu caminho.
Faz tão bem a uns e
a outros nem tanto.

Segue sua rota,
adormece,
morre...

É como quando
os olhos se abrem
ao amanhecer.
Não há mais chance,
tem-se que viver.

Há os descompassos,
há os descaminhos,
A tarde cai ligeira
é hora de se acalmar.

Quando chega a noite,
seguimos nossa rota.
Hora derradeira,
hora de esquecer!

Claudia Muniz 28/03/2016

quarta-feira, 23 de março de 2016

Jogos de Amor

Me perguntas se te quero, 
me indagas de que gosto? 
se desejo que me mordas
 ou se quero que me beijes.
 Me questionas o quanto te quero,
 bem suave aos meus ouvidos.
 Me perguntas do meu desejo,
 acariciando meus mamilos.
 Crava os dentes em meus ombros 
e me acende a alma fria. 
Me entorpece os sentidos
 e me vejo flutuando, 
alimenta minha calma, 
e acende meus instintos. 

Claudia Muniz 17/01/2015

Escolhida para compor o livro Antología de 

sexta-feira, 11 de março de 2016

iDAS E VINDAS DO AMOR

Eu escrevo versos,
versos desses encantados.
Desses que inspiram
a todos os namorados.

E no devaneio
das palavras loucas.
Busco entendimento
no mel da tua boca.

Mato a minha sede
Nesta fonte derradeira,
onde têm palavras
sempre verdadeiras.

Eu incito o amor
no brilho dos teus olhos
Quando das palavras
tiro o que é notório.

Sinto o frenesí
das palavras lindas.
Então eu as disponho
sempre em tuas vindas.

Claudia Muniz 11/03/2016

segunda-feira, 7 de março de 2016

Descrença

Eu choro lágrimas sofridas,
porque a vida para mim já deu!
Eu canto um canto sem nenhuma rima,
porque a minha sina já se estabeleceu.

Eu sinto a lâmina da faca afiada
transpassar meu peito.
Eu desejo despertar outrora
quando a memória era de criança.

Eu quero logo uma solução
para a dor que sinto neste coração.
Preciso tanto de um amor tranquilo
que não meça esforço para amar o meu.

Porém hoje a descrença me abate.
O meu peito bate tão infeliz.
Tento acertar o passo
e no descompasso, me pergunto
O que foi que não fiz?

Claudia Muniz 09/02/2016