segunda-feira, 9 de março de 2015

Além da vida!

tão vago o sentimento, vago também é o pensamento que na solidão dos dias sai por ai a passear... tão extremo é o vazio de um amor há muito esquecido e repousa displicente em um jardim florido, e tão vago é a existência à toa... ressoa, urge, apura uma sensação de que o vazio se vai... mas nada, segui firme em direção ao cais, e sombrio se prostra às margens de um oceano profundo... deseja o fim do mundo como um deleite para o açoite da solidão. em vão, ameaça saltar, não tem coragem, tem coração... o amor dominou tanto o espírito que nem consegue se desapegar... e vai, e vai ao longe, já se esconde por doer demais... Claudia Muniz 09/03/2015

Incerteza

Eu amo o sentimento vazio Amo o nada que não me quer Amo o vazio da minha solidão Eu amo a tristeza que me causa a indiferença do seu desamor. Sigo amando a dor da saudade e amo e amo sem revide vivo a ausência em minh'alma do que não pode voltar atrás! Claudia Muniz 09/03/2015

Devaneios

Eu deveria aprender que não há mais amor. Deveria te esquecer porque você é só rancor. Eu deveria tentar amar alguém sem pensar. Deveria buscar uma alma gêmea em algum lugar. Como posso te esquecer se em mim só há amor? Como posso aprender a controlar minha dor? Claudia Muniz 09/03/2015

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Abandono

Me condenaste a una infelicidad perpetua, y aunque la vida me llene de glorias, todavía no voy a tenerte cerca. Me ahogaste en un mar de tristeza. Y aunque la vida me traiga la primavera, todavía no puedo esperarte desde mi ventana. Me tiraste a un precipicio sombrio, y aunque la vida me enseñe a volar, todavía no puedo seguir contigo. Y me dejaste aquí en el suelo, y como suelo revistar mi pasado, sigo infeliz, triste y sombria. Claudia Muniz 05/02/2015

DESEJOS

E que venha o vento desemaranhando meus pensamentos. E que venha a chuva, molhando meus olhos tristes. Que venha o sol secando minhas lágrimas sofridas. E o arco-íris colorindo a versão de mim mesma. Claudia Muniz​ 05/02/2015

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Trama

Pego a poesia dentro da caixinha e a transformo em minha... Saltam aos olhos palavras coloridas dessas que traduzem a minha vida. Costuro com elas os meus encantos e traduzo os meus prantos... Cinjo os botões do meu desafeto e o peito fica tão quieto. Faço a bainha para me segurar, mas as palavras querem falar... Ainda uso um feicho èclair para me soltar como mulher. E nessa onda de puro sabor vou dando pontos no meu amor... Tecendo a fibra que me reveste Num tom mágico de azul celeste. Claudia Muniz 23/01/2015

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

INSPIRAÇÃO

Se estivesse aqui faríamos amor, Já que tudo em mim borbulha. Sinto um gozo frenético em minh'alma. E o toque sutil dos seus lábios nos meus. Claudia Muniz 22/01/2015