sopro vento maresia
brinca brinca com alegria
corre o mundo em fantasia
se distrai na ventania
sofre e chora sem parar
anda grita ao bailar
salta
vibra cantarola
se diverte com a marola
anda o mundo em disparada
fala fala sem parar
tem sorriso camarada
mas não para de chorar
canta um canto tão bonito
busca forças no infinito
cantarola uma canção
que sai do fundo do coração
Claudia Muniz 14/12/2014
sábado, 13 de dezembro de 2014
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Que pena!
Que pena eu e você
Que pena a noite escura e vazia
Que triste fim para um começo tão perfeito
Que pena não mais te ver
Que lástima a noite vazia
que dor dentro do peito
que pena o fim para sempre
Que pena eu e você.
Que pena que houve mentiras
Que lástima você se perdeu
Não há felicidade na maldade
Que pena você partiu.
Você partiu para bem longe
mas não foi para outro lugar
partiu de dentro de mim
saiu, chegou seu fim
Que pena eu e você.
Foi uma história tão linda,
você não deu valor
que pena você me perdeu!
que pena você e eu...
Claudia Muniz 11/12/2014
Que pena a noite escura e vazia
Que triste fim para um começo tão perfeito
Que pena não mais te ver
Que lástima a noite vazia
que dor dentro do peito
que pena o fim para sempre
Que pena eu e você.
Que pena que houve mentiras
Que lástima você se perdeu
Não há felicidade na maldade
Que pena você partiu.
Você partiu para bem longe
mas não foi para outro lugar
partiu de dentro de mim
saiu, chegou seu fim
Que pena eu e você.
Foi uma história tão linda,
você não deu valor
que pena você me perdeu!
que pena você e eu...
Claudia Muniz 11/12/2014
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Retorno
Se quisesse o meu amor
como eu quero o teu,
te daria meu sabor
e o faria todo meu.
Eu imploro tua presença,
sento e choro por você.
Tua volta é minha crença,
vem alegrar meu viver.
Te quero hoje e pra sempre.
Te quero agora comigo,
renova feito semente
esse meu sonho contigo.
Claudia Muniz 26/11/2014
como eu quero o teu,
te daria meu sabor
e o faria todo meu.
Eu imploro tua presença,
sento e choro por você.
Tua volta é minha crença,
vem alegrar meu viver.
Te quero hoje e pra sempre.
Te quero agora comigo,
renova feito semente
esse meu sonho contigo.
Claudia Muniz 26/11/2014
Dia comum
Pouco a pouco o dia passou.
Amanheci com a chuva na janela.
Veio o vento e tudo mudou,
pude viver uma noite bela.
Claudia Muniz 03/10/2014
Amanheci com a chuva na janela.
Veio o vento e tudo mudou,
pude viver uma noite bela.
Claudia Muniz 03/10/2014
Despreparo
Não estamos preparados para a chuva.
Ao menos compreendemos a tormenta.
E passamos por ela sem perceber,
tememos e acabamos aceitando.
Assim é a vida...
Vem a tempestade e desmorona tudo.
O que fica é a capacidade
ou não de reconstruir-se,
de remontar-se
de querer reerguer-se.
Claudia Muniz 03/10/2014
Ao menos compreendemos a tormenta.
E passamos por ela sem perceber,
tememos e acabamos aceitando.
Assim é a vida...
Vem a tempestade e desmorona tudo.
O que fica é a capacidade
ou não de reconstruir-se,
de remontar-se
de querer reerguer-se.
Claudia Muniz 03/10/2014
Duas Estações
Ontem o vento despiu as árvores.
Fez frio em sua homenagem.
Hoje o dia se encheu de luz.
Vi flores e pássaros depois da estiagem...
Claudia Muniz 03/10/2014
Fez frio em sua homenagem.
Hoje o dia se encheu de luz.
Vi flores e pássaros depois da estiagem...
Claudia Muniz 03/10/2014
sábado, 22 de novembro de 2014
Reconhecer-me
Por muitos vastos caminhos,
Com flores e vários espinhos,
sozinha eu caminhei.
Por vales e até montanhas,
sem medo das entranhas,
sozinha, eu me embrenhei.
Por horas intermináveis,
Por dias indecifráveis,
Sozinha, eu me virei.
Por entre gotas de orvalho,
por gramas verdejantes.
Sozinha, me encontrei.
Sentei-me à beira do caminho,
me feri em vários espinhos,
cruzei vales e montanhas,
por dias infundáveis,
sorvi água do orvalho,
na grama verde e pulsante
caminhei,
me virei
e por fim, me encontrei.
Claudia Muniz 07/11/2014
Com flores e vários espinhos,
sozinha eu caminhei.
Por vales e até montanhas,
sem medo das entranhas,
sozinha, eu me embrenhei.
Por horas intermináveis,
Por dias indecifráveis,
Sozinha, eu me virei.
Por entre gotas de orvalho,
por gramas verdejantes.
Sozinha, me encontrei.
Sentei-me à beira do caminho,
me feri em vários espinhos,
cruzei vales e montanhas,
por dias infundáveis,
sorvi água do orvalho,
na grama verde e pulsante
caminhei,
me virei
e por fim, me encontrei.
Claudia Muniz 07/11/2014
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