Com amor, com flor, com sonhos,
guarda, amor, meu coração tristonho,
porque está vindo a primavera,
e o meu mundo será só seu...
sexta-feira, 8 de abril de 2016
terça-feira, 29 de março de 2016
Brincar de viver
Não há nenhuma chance,
quando o Sol se expõe.
Não há possibilidade
de mudar o rumo.
Quando amanhece o dia
segue seu caminho.
Faz tão bem a uns e
a outros nem tanto.
Segue sua rota,
adormece,
morre...
É como quando
os olhos se abrem
ao amanhecer.
Não há mais chance,
tem-se que viver.
Há os descompassos,
há os descaminhos,
A tarde cai ligeira
é hora de se acalmar.
Quando chega a noite,
seguimos nossa rota.
Hora derradeira,
hora de esquecer!
Claudia Muniz 28/03/2016
Brincar de viver
Não há nenhuma chance,
quando o Sol se expõe.
Não há possibilidade
de mudar o rumo.
Quando amanhece o dia
segue seu caminho.
Faz tão bem a uns e
a outros nem tanto.
Segue sua rota,
adormece,
morre...
É como quando
os olhos se abrem
ao amanhecer.
Não há mais chance,
tem-se que viver.
Há os descompassos,
há os descaminhos,
A tarde cai ligeira
é hora de se acalmar.
Quando chega a noite,
seguimos nossa rota.
Hora derradeira,
hora de esquecer!
Claudia Muniz 28/03/2016
quarta-feira, 23 de março de 2016
Jogos de Amor
Me perguntas se te quero,
me indagas de que gosto?
se desejo que me mordas
ou se quero que me beijes.
Me questionas o quanto te quero,
bem suave aos meus ouvidos.
Me perguntas do meu desejo,
acariciando meus mamilos.
Crava os dentes em meus ombros
e me acende a alma fria.
Me entorpece os sentidos
e me vejo flutuando,
alimenta minha calma,
e acende meus instintos.
Claudia Muniz 17/01/2015
Escolhida para compor o livro Antología de
sexta-feira, 11 de março de 2016
iDAS E VINDAS DO AMOR
Eu escrevo versos,
versos desses encantados.
Desses que inspiram
a todos os namorados.
E no devaneio
das palavras loucas.
Busco entendimento
no mel da tua boca.
Mato a minha sede
Nesta fonte derradeira,
onde têm palavras
sempre verdadeiras.
Eu incito o amor
no brilho dos teus olhos
Quando das palavras
tiro o que é notório.
Sinto o frenesí
das palavras lindas.
Então eu as disponho
sempre em tuas vindas.
Claudia Muniz 11/03/2016
versos desses encantados.
Desses que inspiram
a todos os namorados.
E no devaneio
das palavras loucas.
Busco entendimento
no mel da tua boca.
Mato a minha sede
Nesta fonte derradeira,
onde têm palavras
sempre verdadeiras.
Eu incito o amor
no brilho dos teus olhos
Quando das palavras
tiro o que é notório.
Sinto o frenesí
das palavras lindas.
Então eu as disponho
sempre em tuas vindas.
Claudia Muniz 11/03/2016
segunda-feira, 7 de março de 2016
Descrença
Eu choro lágrimas sofridas,
porque a vida para mim já deu!
Eu canto um canto sem nenhuma rima,
porque a minha sina já se estabeleceu.
Eu sinto a lâmina da faca afiada
transpassar meu peito.
Eu desejo despertar outrora
quando a memória era de criança.
Eu quero logo uma solução
para a dor que sinto neste coração.
Preciso tanto de um amor tranquilo
que não meça esforço para amar o meu.
Porém hoje a descrença me abate.
O meu peito bate tão infeliz.
Tento acertar o passo
e no descompasso, me pergunto:
- O que foi que não fiz?
Claudia Muniz 09/02/2016
porque a vida para mim já deu!
Eu canto um canto sem nenhuma rima,
porque a minha sina já se estabeleceu.
Eu sinto a lâmina da faca afiada
transpassar meu peito.
Eu desejo despertar outrora
quando a memória era de criança.
Eu quero logo uma solução
para a dor que sinto neste coração.
Preciso tanto de um amor tranquilo
que não meça esforço para amar o meu.
Porém hoje a descrença me abate.
O meu peito bate tão infeliz.
Tento acertar o passo
e no descompasso, me pergunto:
- O que foi que não fiz?
Claudia Muniz 09/02/2016
Despedida
Deixe-me chorar um pouco
porque sou uma pessoa de sentimentos fartos.
Deixe-me sentir a dor da despedida
porque acreditei que nunca aconteceria.
Quando morre um sentimento em nós,
quando nos despedimos afinal de tudo,
já se batalhou dezenas de guerras,
para que tudo permanecesse intacto,
mas nem sempre uma luta é eficiente,
e também nem sempre se encontra sentido.
E hoje o que eu mais sinto
é que travei um batalha em vão,
expus totalmente meu coração,
para um amor que não bate por mim.
Quando a poesia tem um tom de saudade,
quando os olhos vivem marejados,
já é sinal de que não há amor,
já se pode ver que não há poema,
as rimas já não acontecem
e o olhar já não tem mais ternura.
E agora o que eu mais sinto
é que entrei em um labirinto,
na busca de um amor só meu,
por um coração que me esqueceu.
Claudia Muniz 09/02/2016
porque sou uma pessoa de sentimentos fartos.
Deixe-me sentir a dor da despedida
porque acreditei que nunca aconteceria.
Quando morre um sentimento em nós,
quando nos despedimos afinal de tudo,
já se batalhou dezenas de guerras,
para que tudo permanecesse intacto,
mas nem sempre uma luta é eficiente,
e também nem sempre se encontra sentido.
E hoje o que eu mais sinto
é que travei um batalha em vão,
expus totalmente meu coração,
para um amor que não bate por mim.
Quando a poesia tem um tom de saudade,
quando os olhos vivem marejados,
já é sinal de que não há amor,
já se pode ver que não há poema,
as rimas já não acontecem
e o olhar já não tem mais ternura.
E agora o que eu mais sinto
é que entrei em um labirinto,
na busca de um amor só meu,
por um coração que me esqueceu.
Claudia Muniz 09/02/2016
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